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Você tem dúvidas? Ótimo, eles têm as respostas!

Mariella Assumpção Gontijo CEO e CRO da VOS Investimentos. |
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Envelhecer é caro.

Envelhecer é caro. E aqui, nós não estamos nos referindo aos gastos com botox, procedimentos estéticos ou com tintura para cabelos brancos. No Brasil, os planos de saúde são caros, os remédios são caros, as terapias são caras. Para você ter uma ideia, de acordo com Agência Nacional de Saúde (ANS), o custo assistencial de uma pessoa com mais de 60 anos é, em média, 7,5 vezes maior para exames complementares e 6,9 vezes maior para internações e cirurgias do que para pessoas mais jovens. Isso sem falar que, segundo o IBGE, em 2070 a expectativa de vida das mulheres será de 86 anos. Mas como se preparar para essa realidade? Para ajudar você nessa pergunta de um milhão de dólares, conversamos com Mariella Assumpção Gontijo CEO e CRO da VOS INVESTIMENTOS (vosinvestimentos.com.br), empresa que oferece investimentos personalizados e alinhados com os objetivos e perfil de risco de cada cliente e que, muito em breve, irá lançar a AVA, uma área específica para atender só mulheres.

1 - Existe idade certa ou quantia mínima para começar a investir?

O hábito de poupar e investir deveria ser ensinado na escola, desde cedo.  Mas como a realidade é outra, a resposta certa é quanto mais cedo melhor. Se você não começou ainda… está na hora disso mudar. A lógica é simples. Precisamos ter um "bolo" de reserva para nos manter no futuro ou em situações inesperadas, então, quanto antes se começa a guardar mais cedo (ou maior) esse bolo estará disponível.

O valor a ser poupado para investir depende do momento e disponibilidade de cada uma e, também, de seus objetivos e prazos. Mas de uma forma simples e objetiva, nossa sugestão é que a pessoa estabeleça um percentual da renda que ela vai se comprometer em guardar. O número mágico seria de 30%. Este valor, quando bem aplicado, deveria ser o suficiente para ter uma carteira de investimentos que gere renda suficiente para trazer tranquilidade financeira no futuro.

O mais importante é começar, se comprometer com um percentual viável e, de fato, reservá-lo.

2 - Quais são os tipos de investimentos que vocês indicariam para uma pessoa que não entende nada do assunto?

Para quem está começando a se aventurar no mercado financeiro, vale o "Feliz no Simples".

Nossa sugestão é começar sempre uma carteira de investimentos pelo mais básico, mas esqueça a caderneta de poupança! Na dúvida o bom e velho CDB (indexado em CDI) que rende a taxa de juros do momento e é um ativo mais seguro. Sempre amparada por um bom banco. Aqui uma dica super importante: se você não entendeu de verdade o que estão te sugerindo, como investimento, NÃO FAÇA. Fujam de produtos estruturados, cuidado com produtos que não tenham liquidez e, a não ser que esteja claro onde você está colocando seu dinheiro, mais uma vez opte pelo simples. À medida que o seu conhecimento e o valor de seus investimentos vão crescendo, aí você pode ir se aventurando um pouco mais.

3 - Por onde uma pessoa que não tem nenhuma reserva financeira deve começar?

Comece estabelecendo e cumprindo(!) uma meta de poupança viável! Pode ser 10%, 15%, 20%, 30% do que você ganha. Mas atenção, este não é um dinheiro para ser usado em projetos pessoais como viagem ou troca de carro! Este é o dinheiro que vai gerar renda e comprar sua tranquilidade, sua liberdade de "envelhe-Ser" do jeito que você quiser.

Em termos de investimento, comece a investir nos produtos que você for aprendendo e entendendo. Se interesse pelo assunto! É menos difícil do que querem que a gente pense!

4 - Já para quem tem um pé de meia de até 1 milhão de reais, qual a dica de vocês?

Nossa principal dica é: cuide direito do que é seu. Muitas mulheres não se sentem capazes de decidir sobre seus investimentos financeiros. Mas, se somos capazes de gerar e gerir vidas, cuidar de investimentos deve ser bem mais simples do que isto… concorda?

Brincadeiras a parte, o mercado financeiro parece ser assustador. A verdade é que, atualmente, a linguagem utilizada não ajuda: mas lembrem-se que você é a cliente. Então questione quantas vezes forem necessárias, mas não deixe para lá o assunto, não terceirize a decisão de onde vão colocar o seu dinheiro. Seu dinheiro, suas regras, sua decisão!

O dinheiro que você possui é fruto de sacrifício, de trabalho, de empenho e dedicação, então, não faz sentido nenhum não tomar conta dele. Procure empresas ou pessoas onde você se sente confortável e que você sinta confiança. Mas aprenda e tome conta dele. Não é tão difícil, nem tão chato quanto você imagina.